entrevista

Gravei duas entrevistas com Marcus Mota: uma antes e outra depois da leitura dramática do texto. Tudo isso se deu no mês de março de 2011, numa tarde chuvosa, ante um bambuzal, e em uma sala de luz fria, em outra tarde, dessa vez ensolarada, conosco sentados nas raízes de um ficus gigante. Abaixo está a primeira delas, dividida em duas partes porque a chuva começou a cair. A outra está em outra página.